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CONVERSA FIADA

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15:23
23/03/2010


jahlamonica@hotmail.com

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81

Ary Barroso perdeu seu famoso bigodinho

Muitas são as histórias do grande compositor, fanático torcedor do Flamengo e narrador esportivo. Uma delas, vem relatada nas linhas abaixo.

Em setembro de 1955 Ary Barroso fez uma aposta. Naquele domingo jogariam Flamengo e Fluminense. Ary, um rubro negro de sete costados, acreditava na vitória do clube da Gávea.O compositor Haroldo Barbosa, tricolor de boa cepa, não podia imaginar uma derrota do tricolor.

Apostaram: aquele que perdesse seria obrigado a raspar o tão bem cuidado bigode.

Resultado: Fluminense 2×1. Ary Barroso ficaria com cara limpa. O encontro seria no Bar Vilarinho, onde cerca de 30 pessoas aguardavam o cumprimento da aposta. Mas ali não apareceu o locutor da gaitinha. E por mais que Haroldo Barbosa tentasse localizar o Ary, através de telefonemas dados para toda parte, ninguém sabia do seu paradeiro. Ary Barroso estava escondido na casa de Linda Batista. Alegando a necessidade de conservar o bigode, pelo menos, até o sábado seguinte, em virtude de suas atividades na boate do Hotel Plaza, ele não apareceu. O que não diriam os freqüentadores daquela casa, se ele aparecesse por lá sem seu famoso bigode ?. Ary sem bigode não era Ary Barroso. Mas, a turma não foi nessa conversa. Amigos, jornalistas, fotógrafos, um batalhão de gente invadiu o apartamento da cantora. Colhido de surpresa, Ary teve que se submeter á massa. Dircinha ainda tentou ensaiar uma defesa, pedindo que o poupasse do vexame, mas Haroldo Barbosa estava irredutível: a aposta fora feita. Era preciso cumpri-la. Ary defendia-se – “ Pelo amor de Deus, deixe-me em paz ! “.

O repórter Darwin Brandão, presente ao ato, procurava consolá-lo – “Isso não é nada, Ary. Com ou sem bigode, você será sempre você, inconfundivelmente você, o grande compositor Ary Barrosoâ€.

Ary tinha duvida: “Vocês já imaginaram com que cara eu vou ficar, sem o bigode, que uso desde os meus tempos de estudante ? “.

Vendo que as lamentações não adiantavam de nada, apelou para o sentimentalismo dos presentes – “Minha esposa Ivone não vai concordar. E eu não quero aborrece-laâ€.

A turma, porém, era teimosa. Darwin Brandão telefonou para a casa do Ary. Atendeu Dona Ivone. Terminou fazendo o Ary conversar com ela, ouvindo-a dizer que o aceitaria com ou sem bigode. Não havia mais defesa. Munido de um aparelho de barbear, Haroldo Barbosa pôs abaixo o bigode do perdedor da aposta. Ary acabou tirando partido da situação – “Agora, só espero que o Flamengo se inspire no meu sacrifício “.

15:28
23/03/2010


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82

A História do Isaac Amar

A macumba do Arubinha

Em 1937, o Vasco da Gama derrotou o Andaraí por 12×0 em partida pelo campeonato carioca. Os jogadores do Andaraí ficaram revoltados com a severidade do placar. E Issac Amar aproveitou para inventar outra história. Com destaque informou ao carioca que o ponta esquerda Arrubinha, do clube suburbano, havia feito uma tenebrosa “macumbaâ€, enterrando um sapo no campo de São Januário. E o trabalho tirava o clube vascaíno do titulo carioca por dez anos.

A principio, ninguém deu importância a noticia. Mas acontece que o Vasco, de líder absoluto da tabela naquele ano, foi perdendo pontos fáceis. Acabou perdendo um campeonato que já estava quase ganho. No ano seguinte, novamente o Vasco perdeu o titulo. E, com o correr dos anos, os jogadores, supersticiosos, quando perdiam jogos considerados fáceis, justificavam, entre desolados e submissos, aos diretores – Não adiante. Isso é o “trabalho†do Arubinha.

O episódio ganhou fama. Provocou celeumas. A diretoria do Vasco passou a dar crédito a noticia e mandou vascular toda a grama do campo, procurando descobrir o “sapo do Arubinhaâ€. Já haviam passados oito anos sem o clube ganhar um campeonato. Os jogadores, quando contratados, diziam sempre, na suposição de enfrentar a célebre “macumbaâ€. – Vai ser “espeto†com a praga do Arubinha.

Um dia, o próprio Arubinha procurou Isaac Amar. Disse, sério e com tristeza: – Seu Isaac, veja se desmente essa história do sapo…
E justificou: O vendeiro da minha rua é português e vascaíno. Já cortou o meu fiado por causa dessa história.

Só com a conquista do campeonato de 1947, o Vasco se libertou da história do célebre sapo do Arubinha. Uma história que era apenas o fruto da imaginação de um jornalista.

15:31
23/03/2010


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83

Carpegiani x Rubens Minelli

Revista Placar

Apesar da notória ascendência sobre os companheiros, com quem sempre discutia questões táticas da equipe, Paulo César Carpegiani nunca teve problemas de relacionamento com técnicos. É verdade que quase briga com Rubens Minelli no começo de sua carreira. Houve um incidente digno das melhores comédias de Peter Sellers.

No final de um treino no Beira Rio, açulado por Escurinho, Carpegiani lançou um balde de água em alguém que ocupava o WC do vestiário. Pois esse alguém era ninguém menos que Rubens Minelli que, de calça da mão, saiu lá de dentro aos berros: “Suspendo o contrato do moleque que fez isso ! Se não descobrir que foi, castigo o time todoâ€. Não passou um minuto, Carpegiani se apresentou: “Fui eu seu Minelli. Pensei que era o João Ribeiro lá no banheiro. Pode me suspenderâ€.

Claro que não houve suspensão e os dois se tornaram bons amigos. Mas, um novo incidente, desta vez na final do Brasileiro de 1975, voltaria a esfriar o relacionamento entre eles. Tudo começou quando Carpegiani aliou-se a Figueroa, Lula e Valdomiro para exigir a escalação de Escurinho em lugar de Caçapava. Minelli irritou-se: “Vocês querem nadar em tudo. Disseram a imprensa que Escurinho jogaria. E eu, como é que fico ? “.

15:34
23/03/2010


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84

Causos do Perácio

O ano era de 1939. O jogo Brasil e Argentina pela Copa Roca.
Quando o placar estava em 2×2, o juiz brasileiro, Carlos de Oliveira Monteiro, o Tijolo, marcou um pênalti contra os argentinos. Houve uma forte reclamação dos portenhos e quando eles partiram para cima do arbitro, a policia entrou em campo e baixou o sarrafo nos argentinos. Com um clima muito tenso, nossos adversários preferiram deixar o campo.

O pênalti estava mantido e Perácio indicado para cobrar com o gol vazio. O novo técnico do Brasil, Carlito Rocha, entrou em campo e disse para Perácio – “Chute bem no cantinhoâ€.
Perácio ficou sem entender – Mas seu Carlito, o gol está vazio!
- “Não interessa, chuta no cantinhoâ€.
E com o gol escancarado a sua frente, ele se preparou para a cobrança.
E se chutasse no cantinho e a bola fosse para fora ?
E se chutasse forte e a bola passasse por cima do travessão ?
Com essas duvidas, Perácio começou a ouvir a torcida gritar –
“Devagar, Perácio, e no centro !
Ele ouviu. Partiu para a bola e chutou no centro tão devagar que a torcida ficou na expectativa se a bola ia mesmo entrar. E todos viram a bola ultrapassar na linha de gol pouco mais de um palmo.

15:38
23/03/2010


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85

Derrota fez goleiro perder até a esposa

Revista do Esporte

Por causa de um jogo de futebol, em que não reeditou as atuações que o consagraram como um dos maiores jogadores do mundo na sua posição, o goleiro espanhol Ramallets foi lançado na rua da amargura. Perdeu tudo que conquistara à custa de muitos anos de atividade: a posição de titular no Barcelona, o seu fan-clube e até mesmo a esposa.

Ramallets ingressou no Barcelona em 1947 e rapidamente se tornou o dono da camisa um do clube. Na Copa do Mundo de 1950, foi uma das grandes figuras da seleção espanhola. Sua popularidade era tão grande que seu fan-clube tinha mais de cinco mil sócios cadastrados.

No inicio dos anos sessenta, Ramallets passou a ser um homem desiludido. Ninguém mais o festejava e seu posto no Barcelona passou a ser ocupado por José Manuel Pesudo. Isso aconteceu porque Ramallets no dia 31 de maio de 1960, foi apontado como responsável pela derrota diante do Benfica, na peleja decisiva da Taça da Europa. Recebido com vaias na volta a Barcelona, soube que fôra barrado no clube que defendeu por 15 anos e, procurou refugiar-se em casa para curtir a sua dor. No seu lar, porém, não havia ninguém para confortá-lo. A própria esposa do veterano goleiro havia fugido de casa, envergonhada com a derrota e o fiasco do marido.

15:41
23/03/2010


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86

Dívida com pai-de-santo não paga dá azar

Revista Placar de 1999

Sem ganhar títulos há nove anos, o Náutico teve que pagar dívida com pai-de-santo para exorcizar a má fase.

Em 1962, o centro avante Bita pediu ao pai Edu que “trabalhasse†a sua carreira. No primeiro jogo após o pedido, um clássico contra o Sport, o atacante fez os dois gols da vitória do Náutico. Protegido pela mandinga do babalorixá, o time foi campeão de 1963 a 1966.

O craque do Náutico garantiu o Pai Edu, não foi nenhum jogador de carne e osso, mas a entidade Zepelintra, que transformava qualquer perna-de-pau em aspirante a Pelé. Assim, o Náutico foi colecionando títulos. Exigente, Zepelintra pedia que diretores do clube entornassem litros de cachaça em cultos de agradecimentos. Indignadas com as bebedeiras, às freiras do colégio onde estudavam filhos de dirigentes exigiram o afastamento do pai Edu.

“Deixei o clube, mas disse que o Náutico ia apanhar até me pedir perdãoâ€, conta o pai-de-santo. Após sete derrotas seguidas, os dirigentes resolveram voltar a consultar o babalorixá. “Foi prometido um boi caso eu fizesse o Náutico ser campeãoâ€. Em 1967, veio o pentacampeonato, mas nada da entrega do animal. No ano seguinte, quando o titulo já estava quase nas mãos do Sport, o pai-de-santo foi chamado outra vez. Ele faria o serviço, mas queria pagamento adiantado. “Só que mandaram um boi castrado e eu queria um boi inteiroâ€, diz o babalorixá. Como já era dia da decisão, prometeram entregar um outro animal, sem cortes. O Náutico conquistou o hexacampeonato estadual, único titulo da história do futebol pernambucano, mas os dirigentes esqueceram de mandar o touro.

Por culpa da mandinga ou não, entre 1968 e 1998, o Náutico somente ganhou quatro títulos de campeão. No inicio de 1999, o caso da divida foi lembrado e, na esperança de esconjurar o mau-olhado, os diretores resolveram salda-la. Desta vez, Zépelintra não seria contemplado, mas o próprio Exu, mais poderoso e, por isso mesmo, mais caro. Fora o boi, foram entregues quatro bodes e oito galinhas. “Estamos nos livrando de um grande pesoâ€, disse o diretor Paulo Regueira, incubido da missão de fazer o pagamento redentor.

O Náutico pagou a divida, mas pai Edu e suas entidades não puderam saboreá-la. A mulher de um diretor do clube denunciou ao Ibama, entidade de proteção ao meio ambiente, que os animais seria sacrificados. A policia foi chamada e os bichos, salvos. “Mesmo sem o sacrifício, a divida foi paga e o time não corre mais risco nenhum†garante pai Edu.

Por culpa da mandinga ou não, os ventos começaram a soprar a favor do Náutico que fez uma boa campanha no campeonato de 1999. E uma semana depois do pagamento, um ladrão invadiu a sede do clube e abordou o presidente Josemir Correia. O ladrão tentou disparar um tiro contra a cabeça do presidente. Acredite, a arma falhou e o ladrão fugiu.

15:48
23/03/2010


jahlamonica@hotmail.com

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Histórias do polêmico Mario Vianna

Revista Placar

Em campo, fazia de tudo: peitava, gritava, agredia até. Era seu jeito de se fazer respeitado por todos. Mário Gonçalves Vianna tinha 1.74 de altura e pesava 90 quilos de uma vitalidade que impressionava a todos que o conheceram. Mário Vianna foi de tudo um pouco: baleiro, engraxate, jornaleiro, empacotador de velas, fiscal da guarda civil, policia especial, juiz de futebol, técnico do Palmeiras, Portuguesa e São Cristovão, e finalmente, comentarista de arbitragem na Rádio Globo.

Sua excelente condição física foi adquirida na Policia Especial. E foi apitando peladas, que José Pereira Peixoto, um policial amigo, o convenceu a fazer um curso de árbitro para Liga Metropolitana onde ingressou como primeiro colocado de sua turma. Sua estréia oficial foi na partida de juvenis entre Girão de Niterói e São Cristovão. Neste jogo ele definiu o estilo que trataria de aperfeiçoar ao longo de sua carreira até torná-la uma espécie de marca pessoal: expulsou Mato Grosso, zagueiro do seu querido São Cristovão.

Desde então, começou a construir sua fama de juiz rigorosíssimo, destes que não perdem as rédeas da partida, mesmo nas situações mais adversas. Como naquele Botafogo e Flamengo em General Severiano. Mário Vianna expulsou jogadores do Flamengo, os torcedores não gostaram e começaram a atirar garrafas e pedras contra ele. E Mário não teve dúvidas: devolveu tudo para as arquibancadas.

Mário Vianna nunca foi homem de meias medidas. Foi responsável pela única expulsão de Domingos da Guia em onze anos de carreira. Também teve uma passagem com Nilton Santos no clássico Botafogo e Vasco. Atendendo a uma denuncia do bandeirinha, expulsou Nilton Santos que era um gentleman, por ofender o auxiliar. Mário achou estranho o caso e, nos vestiários pressionou o bandeirinha que terminou confessando que tinha mentido. Ele ficou sem graça, foi ao vestiário do Botafogo e pediu desculpas a Nilton Santos.

Segundo Mário Vianna, dois jogadores lhe deram muito trabalho: Heleno de Freitas e Zizinho. Heleno era irreverente, malicioso. Um dia, no campo do Vasco, tentou comprometer a arbitragem perante o publico, entregando um disco de bolero que o próprio Mário Vianna tinha pedido para o atacante do Botafogo trazer do Chile. O disco foi entregue na pista do estádio e diante do publico. No jogo, Heleno quis comandar a arbitragem e terminou expulso de campo.

Houve um jogador que, talvez por ser estrangeiro e desconhecer a fama de valentão de Mário Vianna, teve a infeliz idéia de desafiá-lo. Foi durante o jogo Itália e Suíça na Copa do Mundo de 1954. Inconformado com uma marcação do brasileiro, Boniperti partiu para cima do juiz aos empurrões. Mário Vianna aplicou-lhe um direto no queixo. Mandou que o carregassem para os vestiários e, ironicamente, disse para o massagista – Se ele tiver condições, pode voltar para o segundo tempo. Boniperti voltou bem mansinho.

Durante a Copa do Mundo de 1954, no jogo Brasil x Hungria, chamou o juiz Mr. Ellis e os dirigentes da FIFA, de “camarilha de ladrõesâ€. Foi expulso do quadro de árbitros da entidade. Quando já era comentarista de arbitragem na Rádio Globo, quase perdeu o emprego por duas vezes. Na primeira, disse que o juiz Abraham Klein, além de judeu era ladrão. Os patrocinadores do programa eram, como Klein, judeus. Outra vez, numa mesa redonda na TV, sentiu-se asfixiado pela fumaça dos cigarros que os companheiros fumavam. E Mário Vianna desabafou – “Parem de fumar, isso é um veneno, polui os pulmõesâ€. O patrocinador do programa era a Souza Cruz, fabricante de cigarros.

Como todo personagem folclórico, Mário Vianna também tinha o seu lado místico. Era espírita da linha Alan Kardec, rezava ao se deitar e se levantar. Alguns casos são conhecidos. Na Copa de 1970, era companheiro de quarto de Luis Mendes. Certa manhã ao se levantar, virou-se para o companheiro e disse – “Mendes, liga para tua casa porque seu irmão desencarnouâ€. Apavorado, Luis Mendes pegou o telefone, ligou para casa e ficou sabendo que seu irmão havia falecido naquela madrugada. Waldir Amaral conta que certa vez estava embarcando com Mário para São Paulo. E Mário advertiu – “Waldir esse avião vai pifar. Vamos esperar outro vôoâ€. – Que nada, Mário, deixe de besteiras – retrucou Waldir Amaral. Os dois embarcaram e quando o avião ia decolar, o motor enguiçou e o piloto foi obrigado a dar um cavalo de pau para não cair na baía da Guanabara.

Mário Vianna foi um homem de muitas histórias. Histórias colhidas ao longo de 38 anos de Policia Especial, 25 de árbitro e 22 de comentarista. Mário faleceu no Rio de Janeiro no dia 16 de outubro de 1989.

16:55
24/03/2010


Gustavo

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88

Cadê o resto da galera para opinar?
PQP EIN!!!!
Todo mundo trabalha, estuda e afins?
Tempo pro orkut vcs tem, né!! rsrs
Abraçooosss

11:02
25/03/2010


jahlamonica@hotmail.com

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89

Gustavo, o Cesar Sampaio no Palmeiras? Verdade???

16:06
01/04/2010


jahlamonica@hotmail.com

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90

Sem novidade…sem comentários do povo…

17:34
01/04/2010


Gustavo

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1º de Abril!

08:57
23/04/2010


jahlamonica@hotmail.com

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Nada de novo…denovo…

 
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