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11:27 16/03/2010
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Homenagem a personagens do esporte, by Museu dos Esportes.
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11:28 16/03/2010
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ACEBÍLIO
Foi um craque. Usava a inteligência, evitava os obstáculos, racionalizava o esforço e consagrou um estilo. Um atleta de futebol com a intensidade exata da força, direção infinitamente correta, sentido rigorosamente certo. Era o equilíbrio físico, técnico e mental representado da melhor forma. Tudo isso era Acebilio em seus melhores tempos.
Para ele não era preciso usar a violência para jogar futebol. Sua habilidade, seu senso de colocação e sua visão do jogo, não lhe permitia usar de expedientes condenáveis pelas leis do futebol.
Viveu sua vida vestindo a camisa do ASA de Arapiraca onde se sagrou campeão alagoano em 1953. Fora do futebol foi professor e sempre soube manter suas amizades. Quando faleceu, foi enterrado também um pedaço da história do Asa de Arapiraca. Deixou amigos e muitas saudades.
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16:36 16/03/2010
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ADELAIDE
Luiz Alves – 1958
Poucas coisas no mundo foram descobertas de uma só vez. Os continentes, por exemplo. Não há um só deles que apareça na história com um único descobridor. Sempre há a frase: “Alguém esteve lá antes”. No esporte também há uma história nova. O Iate descobriu o voleibol feminino alagoano. E, esse a gente bem sabe, já havia sido descoberto antes. Apenas eclipsou-se. Ou talvez, brilhou menos. Agora, entretanto, ganhou seu novo sol e marcou a revanche mais sensacional e esperada dos últimos três anos. Mas a descoberta do Iate não se limitou apenas no voleibol. Sua conquista foi além – descobriu uma nova estrela de primeira grandeza, um novo sol, mais brilhante, mais intenso, mais positivo.
Na dezena de anos que se disputa o voleibol feminino em Alagoas, nunca apareceu uma estrela tão estrelissima. Anteriormente já brilharam outros “sois”, outras estrelas, mais ativas. Entretanto, justiça seja feita. Nenhuma foi tão autêntica e perfeita. Se podemos chamar uma atleta de voleibol de Joana D’arc, naturalmente não podemos deixar de classificar, teoricamente, que o Iate Clube Pajuçara teve a sua Joana D’arc no campeonato de 1958 recém terminado. E quem seria essa Joana D’arc senão a estrelissima Adelaide, heroina das heroinas, principal responsável pelo grande, pelo autêntico, pelo inesquecível feito das iatistas. Trata-se de uma campeã de verdade, que põe o esporte acima de tudo, até de suas vaidades, não poupando sacrifícios pelo bem estar de suas companheiras e de seu clube. Por isso é que o Iate a descobriu somente em 1958. Ou contrariamente, ela é que descobriu o Iate e o próprio voleibol da terra dos Marechais.
Dissemos no início desta pequena crônica que poucas coisas no mundo foram descobertas de uma só vez. Citamos os Continentes como exemplo e, acrescentamos até, que sempre há uma frase “Alguém o descobriu antes”. Contudo, nenhuma estrela, até hoje descoberta, teve a ascensão e o brilho de Adelaide. Nenhuma, pelo menos no voleibol alagoano, conseguiu galgar os degraus da perfeição como ela. Talvez muita gente pense que estamos exagerando. Mas, quanta ingenuidade haveria nesse pensamento ! Para provar as qualidades da garota, basta vê-la jogar e brilhar. Porque cada atuação de Adelaide, no campeonato de 1958, era mais um passo dado para a perfeição, para o brilhantíssimo. Fez até milagres.
Carregou o time nas costas em várias ocasiões. E em todas as oportunidades demoliu, destruiu, desmoralizou as defesas adversárias com seus arremessos incrivelmente violentos. Dizem, até, que seu sucesso deve-se a hereditariedade esportiva. É uma família de desportistas. Seu pai, Dr. José Reis foi um dos grandes diretores do Iate e com um passado esportivo dos mais brilhantes. Os irmãos Chico e Almir são campeões de basquetebol, também pelo Iate. Adelaide é alta, como altos são todos os de sua família. Fisicamente, é magrinha e bem parecida com a famosa Leila, considerada a mais perfeita atleta do voleibol carioca em 1958 defendendo o Flamengo. Como Leila, ele possui bom domínio da bola e um arremesso que causa inveja a certos cortadores de algumas equipes masculinas de Alagoas.
Citamos esse exemplo, não para classificar a estrelissima do Iate como uma cópia perfeita da outra, que ela não é, e nem será cópia de ninguém , pois sua personalidade é visível e indiscutível. Entretanto o fizemos porque queremos mostrar que, como a outra, Adelaide merece um lugar ao sol, uma chance maior no centro voleibolistico do Brasil. Temos visto poucas jogadores que defendem a nossa seleção nacional tão boas e positivas quanto ela. E não estamos exagerando mais uma vez. Por esse motivo, e por muitos outros, é que qualificamos Adelaide como a maior estrela do bola ao ar alagoano. Não lhe estamos fazendo nenhum favor, mas apenas reconhecendo sua atual forma física e técnica.
Há uma história nova no esporte da Terra dos Marechais. O Iate descobriu o voleibol feminino alagoano. E Adelaide descobriu o Iate. É a sua estrela de primeira grandeza, o novo sol, mais brilhante, mais intenso, mais positivo e autêntico.
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16:40 17/03/2010
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AGATENOR VASCONCELOS
Lauthenay Perdigão
Agatenor Vasconcelos se transformou em atleta de voleibol por acaso. Era estudante do Colégio Batista em fins de 1951 e tinha quatorze anos de idade. Gostava mesmo era de futebol. O voleibol alagoano estava em ascensão e, no colégio, um grupo de estudantes já praticavam este esporte. Murilo Mendes, Bébé Laranjeiras e Deca estavam no grupo. Um dia falta um para completar o time e Agatenor foi chamado porque gostava muito de bola. Começou com levantador e terminou como titular do time do colégio nos jogos estudantis. Despontando como uma promessa no futebol, jamais pensava em jogar voleibol por alguma equipe da nossa cidade. O primeiro convite veio do CRB através do Toroca. Agatenor não aceitou. Preferiu jogar no campeonato de voleibol que era realizado nos bairros. No seu time jogavam os irmãos Gatto, Ives, Ismar e Ivaldo. Já eram atletas consagrados e terminaram levando Agatenor para o Bonfim.
Seu primeiro treinador foi Gerson Omena, no Bonfim. Quando o clube acabou, Agatenor se transferiu para o Flamengo que tinha Dudu com seu técnico. Mas o voleibol do Flamengo também acabou, o nosso homenageado passou a defender o CRB. No começou, os jogos eram realizados em quadras descobertas e de barro. O vento era o grande problema para os atletas. Quando se começou a construir ginásios em Maceió, é que o desenvolvimento do voleibol começou a evoluir.
Em 1954, Agatenor Vasconcelos foi convocado para a seleção que disputou o campeonato brasileiro em São Paulo. Durante os treinamentos começou a mostrar suas totais virtudes como levantador. Antes de viajar, houve um mudança de treinador. Saiu Ivaldo Gatto e entrou Gerson Omena que confirmou Agatenor como titular. Saíram desacreditados e viajaram no sacrifício. Em São Paulo, nas eliminatórias, Alagoas venceu Ceará, Bahia, Rio Grande do Sul e Pará. Estávamos classificados para as finais juntamente com Pernambuco, Rio de Janeiro. São Paulo e Minas Gerais. Infelizmente, a falta de condições física de nossos atletas não permitiram ir além do quinto lugar. Mesmo assim, em igualdade de condições com Pernambuco. Alagoas perdeu nos sets disputados.
Agatenor que foi um dos destaques do campeonato começou a ser observando pelo técnico da seleção brasileira. Ainda em São Paulo recebeu convite para jogar no Santos que era base da seleção paulista. Com dezoito anos de idade preferiu voltar a sua terra. Ao passar pelo Rio de Janeiro, Gil Carneiro de Mendonça o convidou para vestir a camisa do Fluminense. Agatenor chegou a treinar nas Laranjeiras mas, terminou voltando para Maceió. E ele ouviu através da Rádio Nacional do Rio de Janeiro o seu nome na lista dos convocados para disputar o pan-americano. Dois jogadores do Nordeste tinham sido convocados. Haroldo de Pernambuco e Agatenor de Alagoas. Antes de receber a ordem de embarque para iniciar os treinamentos, aconteceu um imprevisto. Ia haver eleições para a Confederação Brasileira de Voleibol e o candidato a reeleição chegou a Recife para pediu voto. Os dirigentes condicionaram o voto a convocação de mais um atleta de Pernambuco. Com isso, saiu Agatenor e entrou Lira. A alegação da CBV é que não havia dinheiro para o transporte do alagoano para o Rio de Janeiro.
Quando deixou de jogar Agatenor Vasconcelos passou a ser auxiliar técnico de Geraldo Motta no time masculino da Fenix. Depois assumiu o time juvenil e conquistou um tri campeonato. Também foi treinador da seleção alagoana masculina. Foi uma justa homenagem de seus amigos e familiares. É o reconhecimento pelo muito que ele fez pelo voleibol alagoano.
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16:39 18/03/2010
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Alagoanas campeãs sulamericanas de voleibol
Lauthenay Perdigão
Foi o primeiro titulo internacional conquistado pelo esporte alagoano. O Colégio Moreira e Silva foi convidado para participar do campeonato estudantil de voleibol feminino realizado em Santiago do Chile no ano de 1969. O grande time do CRB, dirigido por Toroca, foi representando o voleibol brasileiro. E foi graças ao prestigio e dinamismo de Toroca que todos os problemas surgidos antes do embarque da delegação alagoana foram contornados e o grupo seguiu unido e forte.
Depois de uma excelente campanha, as alagoanas do CRB, representando o Brasil conquistaram o inédito titulo sul-americano. Conquistar um titulo é sempre bom. Quando é fora do Brasil é melhor ainda. E a conquista chegou através de muito trabalho que vinha sendo feito através do anos. Um trabalho de conjunto onde o técnico, dirigentes e atletas se unem para chegar a um final feliz.
Ao retornar do Chile a atletas foram recebidas como heroinas. Um desfile pelas ruas da cidade e recebidas em Palácio pelo Governador Lamenha Filho. As portas do Palácio foram abertas também para o publico render homenagens a suas campeãs que foram as seguintes:
Socorrinho. Iara. Fátima Pereira. Luiza. Rosemery. Glaucia. Constancia (foto). Lucia e Mariza. Participaram da delegação o Secretario de Educação do Estado, José de Melo. O presidente da FADA José Cabral e a eterna acompanhante Terezinha Bentes.
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17:59 19/03/2010
| Gustavo
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Deixando em destaque!
Só tá muito texto, acho que o pessoal cansa na leitura!
Abrx
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16:01 23/03/2010
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Aldo Ivo
ALDO IVO também jogou bola como toda criança, mas seu sonho era ser jornalista. Queria escrever sobre a historias dos craques. Contar fatos que chamasse a atenção dos leitores. Fazer reportagens sensacionais. Aldo lutou muito, mas venceu. E tudo começou em 1949 quando Aldo Ivo estudava no Liceu Alagoano e morava na mesmo rua onde estava instalado o Jornal de Alagoas. O jornalista Gastão Cavalcante foi quem o chamou para escrever sobre o futebol alagoano. As cinco horas da manhã, pegava o bonde, ia ao mutange ou pajuçara para conseguir as noticias dos dois mais tradicionais clubes do Estado.
Quando Osvaldo Braga deixou de ser o editor chefe do Jornal, Aldo Ivo assumiu o posto e lá ficou por muitos anos.
Nos anos cinqüenta, Viriato Rodrigues de Pernambuco, Talma Pimentel de Salvador e Aldo Ivo de Alagoas eram considerados o trio de ouro da crônica esportiva do Nordeste.
Aldo Ivo entrevistou os maiores craques de sua época. Fez reportagens com os mais famosos governantes e políticos do Brasil, levando sempre para seus leitores os pensamentos desses personagens. Ele foi um jornalista investigativo, talentoso e competente. Era um contador de histórias, um vendedor de ilusões. Aldo sempre teve o respeito e a admiração dos dirigentes do futebol alagoano e seus colegas de redação. Foi um jornalista consciente de que suas reportagens eram importantes para seu Jornal e sua terra. Era fiel a si mesmo e seus ideais. Aldo Ivo foi um craque da noticia. Um dia, quando foi homenageado no Cantinho da Saudade, ele foi noticia em todos os jornais das Alagoas.
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16:03 23/03/2010
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Antonio Avelar
Poucos cronistas esportivos amam tanto sua profissão quanto Antonio Avelar. Com trinta e seis anos correndo atrás da noticia, Avelar passou por vários estágios no esporte alagoano. Ele conhece a fundo não só o futebol profissional como o esporte amador. Com competência,, com seu jeito simples e o objetivo de levar a melhor noticia a seus ouvinte a seus leitores, fizeram de Antonio Avelar um dos cronistas mais prestigiados de Alagoas.
Começando em 1963 na Rádio Gazeta de Alagoas, Avelar iniciava sua caminhada na crônica esportiva. Sempre acompanhando o dia a dia do CRB e fazendo reportagens sobre o esporte amador, foi amadurecendo, ganhando experiência e conquistando espaço cada vez maior dentro da imprensa. O esporte amador teve sua maior divulgação quando Avelar participou da Gazeta Esportiva. Fazia cobertura total sobre os jogos dentro e fora do Estado. Entrevistava atletas e dirigentes. Até hoje, ninguém conseguiu fazer uma cobertura sobre o amadorismo como Antonio Avelar.
Com seu amor a sua profissão Avelar é um homem rico. Não financeiramente, mas rico em amizades sólidas que soube conquistar através de 36 anos de atividade. Durante muitos anos dirigiu vários departamentos esportivos do rádio alagoano. Experiente, ele conhece os caminhos para se fazer uma boa programação esportiva. Atento aos menores detalhes, ele sabe inovar, mudar, criar opções para seus ouvintes. Querido pelos amigos e respeitado por todos, Antonio Avelar também foi homenageado no Cantinho da Saudade.
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16:04 23/03/2010
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Ariston
Ariston começou jogando na Associação Militar no inicio da década de trinta e surgiu como uma das grandes revelações do futebol alagoano. Logo interessou ao CRB, clube que passou a defender e se sagrou tetra campeão nos anos de 1937/38/39/40, o primeiro tetra da história do clube a pajuçara. Jogador versátil, Ariston atuava como zagueiro e como atacante. No ataque fazia gols. Na defesa procurava evitá-los. Ainda atuou pelo CSA jogando como ponta direita. No clube azulino foi campeão alagoano em 1949. Defendeu várias vezes a seleção alagoana. Fez parte dos convocados de 1946 quando se formou uma das melhores seleções em Alagoas dirigida pelo treinador húngaro Franz Gaspar.
Quando encerrou sua carreira como jogador, começou a de arbitro de futebol na antiga Federação Alagoana de Desportos. Entretanto, com o apito não teve o mesmo sucesso. Aqueles que o viram jogar são unânimes em afirmar que Ariston foi um dos grandes jogadores da sua época. Por isso, foi homenageado no Cantinho da Saudade. Depois que deixou o apitou passou a beber e começou a ter problemas físicos. Morreu sem amigos, longe da torcida, e perto apenas de sua família.
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16:05 23/03/2010
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BANDEIRA
Lauthenay Perdigão
WALFREDO BANDEIRA DE MELO. Os torcedores mais amadurecidos se lembram muito bem do extraordinário goleiro Bandeira. Durante treze anos, o futebol nordestino vibrou com as defesas maravilhosas da chamada “Muralha Loura”. Nasceu na cidade alagoana de São Miguel dos Milagres no dia 2 de janeiro de 1930.
Começou no juvenil do América. Muito novo ainda se transferiu para o Alexandria, onde se sagrou campeão alagoano pela primeira vez em 1947. Também jogou no CRB e foi bi campeão em 1950/51. No CSA foi bi campeão em 1957/58. Ainda foi campeão baiano em 1952. Também Jogou no Ouricuri. Flamengo de Maceió e Esporte Clube Alagoas. Bandeira defendeu a seleção alagoana por muitos anos e participou do famoso jogo dos cento e sessenta minutos quando Alagoas venceu Sergipe, no mutange, aos treze minutos da terceira prorrogação.
Juntamente com Divaldo. Paulo Mendes e Dario foi fazer testes no São Paulo Futebol Clube. Foi aprovado, mas as saudades da família fizeram com que ele retornasse a Maceió.
Durante toda sua carreira, impressionava pela regularidade de suas atuações. Foi um dos maiores goleiros da historia do futebol alagoano. Mas o futebol passou. Longe dos gramados, distante de sua torcida, afastado da imprensa, Bandeira foi logo esquecido. Passou a ser um anônimo nos campos de futebol. Um dia ele ficou doente. Durante algum tempo esteve preso a um leito de hospital. Poucos amigos o visitavam. Ele foi definhando, definhando, e um dia, veio a triste noticia: Bandeira faleceu. Os ídolos também morrem. Quantas alegrias ele proporcionou a torcida nordestina ? Quantas defesas sensacionais ele realizou diante de um estádio, normalmente, cheio ? Mas, ele morreu longe de todos, do publico que tanto o aplaudiu e da imprensa que tanto o elogiou. Ao seu lado estavam apenas, sua família e seus amigos mais chegados. Entretanto, o Cantinho da Saudade não esquece as grandes figuras do nosso esporte. Bandeira faz parte desta relação de craques.
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16:12 23/03/2010
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DARIO
Lauthenay Perdigão
DARIO MARSIGLIA era chamado de “O Pingo de Ouro”. Apesar de franzino, fazia jogadas geniais. Sempre defendeu o Clube de Regatas Brasil, clube que aprendeu a amar durante toda sua longa carreira de jogador de futebol. Atuou numa época de grandes craques. Viveu um momento de ouro do futebol alagoano. Uma fase onde havia mais qualidade do que quantidade. Faltava dinheiro e sobrava habilidade. Era o tempo do amadorismo puro com treinamento as seis horas da manhã porque as oito horas tinha que trabalhar.
Dario jogou no CRB de 1947 a 1954. Sempre com o mesmo brilho, as mesmas jogadas eficientes que tanto ajudou o clube alvi rubro no bi campeonato de 1950/51. Ele representava o treinador dentro do campo. Era talentoso e um criador de jogadas. Vendo Dario correr em campo o torcedor achava que era fácil jogar futebol. Juntamente com Bandeira, Divaldo e Paulo Mendes foram realizar testes no São Paulo. Dario foi o que mais impressionou. Não ficou porque achava que não se adaptaria ao profissionalismo. Preferiu retornar a Maceió e ficar junto da família e dos amigos. Dario Marsiglia também já não se encontra entre nós, mas suas jogadas farão, para sempre, parte dos arquivos implacáveis do Museu dos Esportes.
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17:11 24/03/2010
| Gustavo
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Repito o que eu disse no outro texto, cade a galera pra participar? Tornar o site ativo?
Eu ein! Vamos ajudar rapaziada!
Abraços
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